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Se Dicio, Dicionário Online de Português

Por fim, o “se” ainda pode ser uma partícula de realce, a qual pode ser retirada da frase, sem leia a análise completa gerar prejuízos. Como conjunção, ele pode ser uma conjunção subordinativa adverbial condicional, causal ou concessiva, ou uma conjunção subordinada substantiva integrante. A partícula “se” pode ser classificada como pronome, conjunção ou partícula de realce. As funções do “se” dependem de como essa palavra é classificada. A partícula “se” pode ser um pronome, uma conjunção ou uma partícula de realce. As frases introduzidas por conjunções subordinativas integrantes funcionam como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto de outra oração.

O zanubrutinibe também mostrou maior eficácia em comparação com o ibrutinibe em pacientes com LLC recidivante, incluindo aqueles com doença de alto risco (8, 9). Monitoram-se atentamente os pacientes assintomáticos com leucemia linfocítica crônica (LLC) recorrente à procura de sintomas que justifiquem tratamento. Os resultados mostraram uma melhor sobrevida livre de progressão e sobrevida global em pacientes que receberam ibrutinibe mais rituximabe em comparação à quimioimunoterapia padrão. Aproximadamente 2 a 10% dos casos de leucemia linfocítica crônica (LLC) se transformam em linfoma difuso de grandes células B (chamado síndrome de Richter) (1, 2, 3).

O venetoclax, um inibidor oral do BCL-2 (um inibidor oral de BCL-2), foi utilizado em combinação com o obinutuzumabe para tratar de maneira eficaz os pacientes por um período fixo de 12 meses (6). Dado o advento da terapia-alvo para uso no tratamento de primeira linha da LLC, vários estudos examinaram uma abordagem “limitada por tempo” ao tratamento (5). Anteriormente, análogos da purina (p. ex., fludarabina), bem como agentes alquilantes (p. ex., bendamustina, clorambucil, ciclofosfamida) foram utilizados em combinação com um anticorpo monoclonal anti-CD20, o rituximabe. Estudos sugeriram que a terapia-alvo é tão eficaz, se não superior, quanto à quimioimunoterapia como primeira linha de tratamento para a maioria dos pacientes (1). Não se recomendam exames de imagem de rotina para o estadiamento inicial (ver tabela Estadiamento clínico da leucemia linfocítica crônica).

(CPCON) A partícula SE assume diferentes funções, conforme a sua disposição na oração. Nesses casos, a partícula não é obrigatória, e pode ser retirada da frase sem prejuízos sintáticos. O “se” introduz a oração “ele vem à festa”, que está completando o sentido do verbo “sei”, ou seja, exerce a função de objeto direto. O “se” introduz a oração “você correr” e aponta que essa é a condição para que o sujeito consiga “pegar o ônibus”. O “se” introduz a oração “não se cuidar” e aponta que essa é uma condição necessária para não ficar doente.

Embora a causa da leucemia linfocítica crônica (LLC) seja desconhecida, alguns casos parecem ter um componente hereditário. O tratamento é adiado até que os sintomas se desenvolvam e geralmente envolve quimioterapia e imunoterapia. A leucemia linfocítica crônica (LLC) é caracterizada pelo acúmulo progressivo de linfócitos B malignos fenotipicamente maduros. Pacientes no estágio 0 a II de Rai podem sobreviver por 5 a 20 anos sem tratamento (1).

Fisiopatologia da leucemia linfocítica crônica (LLC)

Os pacientes são geralmente assintomáticos a princípio, com início insidioso de sintomas não específicos (p. ex., fadiga, fraqueza, anorexia, perda ponderal, febre e/ou suores noturnos), que podem requerer a avaliação. A hipogamaglobulinemia pode se desenvolver em até dois terços dos pacientes, aumentando o risco de complicações infecciosas. Com o progresso da doença, a hematopoiese anormal resulta em anemia, neutropenia, trombocitopenia e diminuição da produção de imunoglobulina. Acúmulo adicional de anomalias genéticas e subsequente transformação oncogênica das células B monoclonais levam à LLC. As células B são continuamente ativadas pela aquisição de mutações que levam à linfocitose B monoclonal (LBM).

Nos Estados Unidos, o risco médio ao longo da vida de leucemia linfocítica crônica (LLC) em ambos os sexos é aproximadamente 0,5% (1 em 200) (1). No entanto, os tratamentos estão evoluindo e os esquemas de primeira linha podem incluir agentes-alvo como inibidores da tirosina quinase de Bruton (BTK) e do linfoma de células B-2 (BCL-2), com ou sem quimioterapia. Os locais primários da doença incluem sangue periférico, medula óssea, baço e linfonodos. Deve-se considerar o transplante alogênico de células-tronco em pacientes em boa forma e cuja leucemia seja refratária a novas combinações de terapias-alvo com imunoterapias e terapias celulares emergentes. A monoterapia com um anticorpo monoclonal anti-CD20 (rituximabe, ofatumumabe, obinutuzumabe) pode aliviar transitoriamente os sintomas.

  • A leucemia linfocítica crônica é considerada incurável com a terapia atualmente disponível; o tratamento visa à melhora dos sintomas com tentativas de prolongar a sobrevida.
  • Sob essa classificação, o “se” introduz uma oração que desempenha papel de substantivo.
  • O zanubrutinibe também mostrou maior eficácia em comparação com o ibrutinibe em pacientes com LLC recidivante, incluindo aqueles com doença de alto risco (8, 9).
  • Os sinais e sintomas podem estar ausentes ou podem incluir linfadenopatia, esplenomegalia, hepatomegalia, febre sudorese noturna, perda ponderal não intencional e saciedade precoce.
  • O diagnóstico é por citometria de fluxo e imunofenotipagem do sangue periférico.

Outras informações sobre a palavra

A idade média de um paciente com leucemia linfocítica crônica (LLC) é 70 anos. A leucemia linfocítica crônica é o tipo mais comum de leucemia no mundo ocidental. O diagnóstico é por citometria de fluxo e imunofenotipagem do sangue periférico. Os sinais e sintomas podem estar ausentes ou podem incluir linfadenopatia, esplenomegalia, hepatomegalia, febre sudorese noturna, perda ponderal não intencional e saciedade precoce.

O advento da terapia-alvo como tratamento de primeira linha pode dificultar a escolha da terapia idealmente exigente em pacientes com LLC recidivante. Em pacientes que receberam quimioimunoterapia inicial, o tratamento com um inibidor de BTK pode melhorar a taxa de resposta e prolongar a sobrevida livre de progressão na LLC recidivante ou refratária. Deve-se confirmar a leucemia linfocítica crônica (LLC) recidivada ou refratária histologicamente antes de reiniciar o tratamento. São necessárias pesquisas adicionais acerca do uso do monitoramento da doença residual mínima (DRM) na LLC e como as alterações da DRM podem orientar a retomada do tratamento.